segunda-feira, 8 de junho de 2015

Roteiro de Estudo: 2º bimestre (6º ano)

Queridos alunos,

Conforme combinamos, segue o roteiro de estudos que vocês devem seguir para se preparar para nossa Avaliação Bimestral.

Roteiro de Estudos

  1. O que é um texto narrativo?
  2. Quais são os elementos existentes nos textos narrativos? Explique cada um.
  3. O que é foco narrativo? Explique os 2 tipos existentes.
  4. Quais são os possíveis gêneros de uma palavra? E número?
  5. O que são substantivos? Quais suas possíveis classificações?
  6. O que são adjetivos? E locuções adjetivas?
  7. O que são artigos?
  8. Quais são os 8 artigos da língua portuguesa? Classifique-os de acordo com sua função, gênero e número.
  9. O que são pronomes?
  10. Quais são os tipos de pronomes existentes (classificações)? Explique cada uma, com exemplos.

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Copiem as perguntas no caderno (a caneta) e respondam cada uma (a lápis). Para respondê-las, vocês podem consultar o caderno, o Caderno do Aluno ou o Livro Didático, porém tentem escrever as respostas com as suas palavras, de forma que facilite o estudo de vocês.

Na próxima segunda-feira (15/06) faremos, em aula, a correção desse exercício.

Bons estudos,


Profª. Teresa Cristina

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Eduardo e Mônica

Queridos alunos,

Nas próximas aulas, vamos trabalhar com um novo texto. Trata-se da letra da música Eduardo e Mônica, da banda Legião Urbana:

Eduardo e Mônica


Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"

Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não tô legal, não aguento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar"

Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard

Se encontraram, então, no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês

Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô

Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão

E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar

Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar (não!)
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular

E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz

Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação

E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?


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E pra quem não conhece a música, segue uma adaptação sua que foi feita para um comercial:


Até a próxima,


Profª. Teresa Cristina

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Bumerangue

Queridos alunos,

Nesta semana, lemos uma fábula (chamada O Leão e o Ratinho) que trazia a seguinte moral: "Uma boa ação ganha outra." Depois dessa leitura, lembrei-me de uma entidade que trabalha por uma ideia parecida: que todos devemos praticar atos de gentileza e amor.

Essa entidade, chamada Life Vest Inside, produziu um vídeo em que mostra uma reação em cadeia (não sabe o que é isso? Que tal aproveitar que está na internet pra pesquisar?) lotada de boas ações:


O que acharam do vídeo? Conseguem perceber semelhanças entre a história que ele mostra e a que lemos em sala de aula?

O nome dessa campanha é Bumerangue. Segundo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (4ª edição), essa palavra significa "Arma de arremesso usada pelos indígenas australianos, feita de madeira escavada e arqueada, e que, após descrever curvas, volta a um ponto próximo daquele de onde foi atirada."

Agora, por que vocês acham que a entidade escolheu justamente esse título para a campanha que fizeram? É claro que isso não foi feito por acaso, pois o título de qualquer tipo de texto (e vídeo é texto? Claro que sim!) é muito importante, e entender por que ele foi escolhido faz parte do processo de interpretação de um texto.

Bom final de semana,


Profª. Teresa Cristina

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O homem da favela

Queridos alunos,

Segue conto de Manuel Lobato, retirado do livro O fino do Conto, para leitura e reflexão:

O homem da favela


Dr. Levi dá plantão no Hospital dos Operários que fica perto de uma favela. Ele é meio conhecido na favela porque sobe o morro de vez em quando, em visita médica à Associação dos Deficientes Visuais. Mesmo assim, já foi assaltado nove vezes, sempre de manhã, quando está saindo do pátio em seu carro. Por causa disso, Dr. Levi anda prevenido. Não compra revólver mas, ao deixar o plantão, já vem com a chave do automóvel na mão, passos rápidos, abre a porta, entra depressa, liga o motor, engrena a marcha, acelera e dispara. Não se preocupa com os malandros que tentam abordá-lo na estrada.

A neblina prejudica a visão do médico nessa manhã de inverno. Ele aperta o dispositivo de água, liga o limpador que faz o semicírculo com seu rastro no para-brisa. Vê no meio da estrada, ainda distante, um pedestre que finge embriaguez. O marginal está um tanto desnorteado, meio aéreo, andando sem rumo, em ziguezague. Parece trazer um porrete na mão.

Dr. Levi será obrigado a diminuir a aceleração e a reduzir a marcha. Se o mau elemento continuar na pista, terá de frear. Se parar, poderá ser assaltado pela décima vez. O carro se aproxima do malandro. Ele usa boné com o bico puxado para frente, cobrindo-lhe a testa. Óculos escuros para disfarce, ensaia os cambaleios, tomba um pouco a cabeça, olha para cima, procura o sol que está aparecendo, sem pressa, com má vontade.

O médico, habituado a salvar vidas, tem ímpeto de matar. Acelera mais, joga o farol alto na cara do pilantra, buzina repetidas vezes. O mau-caráter faz que procura o acostamento, mas permanece na pista.

O carro vai atropelar o velhaco. Talvez até passe por cima dele, se continuar fingindo que está bêbado. Menos um para atrapalhar a vida de gente séria.

O esperto pressente o perigo, deve ter adivinhado que o automóvel não vai desviar-se dele, ouve de novo a buzina, o barulho do motor cada vez mais acelerado. De fato, o carro não desvia de seu intento. Obstinado, segue seu rumo. Vai tirar um fino.

O vivaldino é atingido de raspão, cambaleia agora de verdade, cai de lado. O cirurgião ouve o baque, sente o impacto do esbarro.

Vê pelo retrovisor interno a vítima caída à beira da estrada. O vidro de trás está embaçado, mas permite distinguir o vulto, imagem refratada. Gotas de água escorrem pelo vidro não como lágrimas e, sim, como bagas de suor pelo esforço da corrida. Não há piedade, há cansaço.

Dr. Levi nota que o retrovisor externo está torto, danificado. Diminui a marcha, abaixa o vidro lateral, tateia o retrovisor do lado de fora. O espelho está partido, sujo de sangue. O profissional se sente vingado, satisfeito, vitorioso, como se estivesse saindo do bloco cirúrgico, após delicada operação, na qual fica provada a sua frieza, competência, habilidade. O dom de salvar o semelhante e de também salvar-se.

No dia seguinte, ao cair da tarde, chega o plantonista ao Hospital dos Operários. Toma conhecimento do acidente. O paciente – algumas fraturas, escoriações – está fora de perigo. Deu entrada ontem de manhã, mal havia chegado o substituto do dr. Levi.

Na ficha, anotações sobre a vítima: funcionário da Associação. Seus pertences: recibo das mensalidades, uns trocados, óculos e bengala. Cego.

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Espero que tenham gostado. Anotem as dúvidas que tiverem durante a leitura para serem discutidas em sala de aula.

Até mais,


Profª. Teresa Cristina

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Notícia sobre a cultura indígena (6º ano)

Queridos alunos,

Hoje li uma notícia muito interessante e que tem tudo a ver com o trabalho que estamos desenvolvendo para o Dia do Índio. É sobre um indígena que escreveu um livro com o objetivo de impedir que a língua original de sua tribo fosse extinta. Leiam a notícia completa aqui.

Até a próxima,


Profª. Teresa Cristina

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Modelo para trabalhos

Queridos alunos,

Segue um modelo a ser seguido para a composição dos trabalhos escolares. Nele já consta a capa, a folha de rosto, o sumário, a introdução, o desenvolvimento (capítulos), as considerações finais e as referências bibliográficas.


Quaisquer dúvidas, basta entrar em contato.

Bons estudos,


Profª. Teresa Cristina

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Roteiro de Estudos: 1º bimestre (6º ano)

Queridos alunos,

Conforme combinamos, segue o roteiro de estudos que vocês devem seguir para se preparar para nossa Avaliação Bimestral.

Roteiro de Estudos

  1. O que é um texto narrativo?
  2. Quais são os elementos existentes nos textos narrativos? Explique cada um.
  3. O que é foco narrativo? Explique os 2 tipos existentes.
  4. O que são substantivos?
  5. Quais as principais características dos substantivos?
  6. Quais são os tipos de substantivos existentes (classificações)? Explique cada uma, com exemplos.
  7. O que são adjetivos?
  8. Quais as principais características dos adjetivos?
  9. O que são locuções adjetivas?
  10. O que são adjetivos pátrios?

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Copiem as perguntas no caderno (a caneta) e respondam cada uma (a lápis). Para respondê-las, vocês podem consultar o caderno, o Caderno do Aluno ou o Livro Didático, porém tentem escrever as respostas com as suas palavras, de forma que facilite o estudo de vocês.

Na próxima quarta-feira (15/04) faremos, em aula, a correção desse exercício.

Bons estudos,


Profª. Teresa Cristina